24.1.12

Beetlejuice - Crítica

Quando os filmes a estrear deixam de ser interessantes e passam a ser todos "iguais", eis que nos lembramos da grande era dos anos 80 em produção cinematográfica. Ver de novo ou rever grandes clássicos do cinema são sempre muitas e grandes opções.
Ontem a sessão de cinema foi: Beetlejuice - mais uma grande obra de Tim Burton (do qual sou fã, mas quem não é?). Este grande clássico de 1988, que lança o Tim Burton para o grande desafio de Batman (apenas a título de curiosidade), conta a história de um casal, Barbara e Adam, que vivem numa grande casa cobiçada por um corretora que recebe todos os dias propostas milionárias para compra. Um dia, o simpático casal tem um acidente de carro e morre. Sem perceberem que estavam mortos, ao chegar a casa uma série de situações esquisitas começam a acontecer até que encontram um manual de recém-falecidos. É nesta altura que a "ficha cai" e eles se apercebem o que realmente aconteceu. Tudo estava a ir bem até que um dia a casa é vendida e os novos inquilinos começam as suas mudanças - o sossego do casal termina aqui! Sem puderem sair de casa, mas não conseguindo conviver com aquela família sinistra, Barbara e Adam começam a ler o manual onde a forma de agir nesta nova vida é explicada. Seguindo o manual, o casal inicia uma série de tentativas frustadas de assustar a família e expulsá-los. Sem êxito, eles resolvem apelar a ajuda de Beetlejuice, uma espécie de exorcista/feiticeiro que finge as suas boas intenções, e o que seria uma luta contra a família passa a ser uma luta contra o Beetlejuice.
Um filme cheio de efeitos especiais, personagens sinistras e o humor negro tão característico do carismático Tim Burton fazem deste filme uma obra imperdível. Aconselho vivamente!


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