29.1.12

Johnny English (Reborn) - Crítica

E aqui está a critica ao filme mas aguardado dos últimos meses: Johnny English - o retorno! Para os fãs do Mr. Bean, é impossível não incluir "ver este filme" como uma tarefa a cumprir. A grande capacidade de Rowan Atkinson de arrancar gargalhadas de gerações e gerações, emitindo apenas alguns grunhidos, obriga-nos a associar o atrapalhado britânico a qualquer filme protagonizado pelo mesmo.
Em 2003 saiu o primeiro filme de Rowan Atkinson no papel de um atrapalhado "007" ao serviço da rainha de Inglaterra, numa equipa de agentes secretos designada por MI-7. Passados 9 anos surge o novo filme da sequência, que não traz nada de muito novo, mas os momentos de gargalhadas e de distração estão garantidos.
O filme começa com o caricato agente exilado numa espécie de templo onde é treinado por monges para assim aprender a controlar a sua mente (já começou bem hein?). Quando o governo britânico toma conhecimento de que existe um plano para matar o presidente chinês, não hesita em chamar o Johnny para completar este servicinho e evitar tal tragédia. O resto, muito resumido, vocês já sabem: ele opta sempre pelo caminho mais difícil, o seu instinto, como sempre, está errado, confia nos assassinos e nos maus da fita, mas o que é certo é que chega ao final e ele cumpre o objectivo.
O enredo do filme está pobre e bem inferior ao seu antecessor, a verdade é que ninguém vê este filme a pensar num quebra-cabeças, mas sim num filme descontraído, com gargalhadas pelo meio e claro, com "carradas" de calinadas por parte do super agente, e neste sentido, o filme está bem conseguido. Aconselho para quem estiver a precisar de momentos de insanidade mental!

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