10.4.12

Machine Gun Preacher - Crítica

Um dos últimos filmes de Gerard Butler que chegou ao grande ecrã. Acostumada a vê-lo em papéis mais musculados ("300"), vi neste filme uma possibilidade para algo mais profundo quando li a sinopse mesmo por se basear na vida de Sam Childers. A verdade é que o filme desilude sobre quase todos os aspecto.
Mas vamos a sinopse: o filme baseia-se na vida de Sam Childres, um homem que dedica a sua vida e recursos a resgatar crianças que vivem em zonas de conflito no Sudão. Mas Sam (Gerard Butler) nem sempre foi bem-feitor neste mundo. Arrebatado por um mundo de crimes, drogas e álcool, Sam sai da prisão e resolve mudar o rumo da sua vida. "Arrastado" para a igreja pela mulher, filha e mãe, Sam converte-se num homem bom que resolve praticar o bem quando a oportunidade de ir para África construir habitações para os mais necessitados surge. Rapidamente a sua missão se transforma em obsessão quando se apercebe que aquele povo precisa de bem mais do que simples casas. Aliada a essa obsessão, Sam torna-se um devoto a Deus exagerado que deixa de conseguir encontrar respostas sem a ajuda dele.
A história tinha tudo para dar certo, um bom argumento, uma boa biografia e um bom actor. A verdade é que, não sei por culpa de quem, o filme se torna tão aborrecido e cansativo que se torna difícil de assistir às quase 3 horas seguidas.
A constante referencia a força da religião torna este filme menos positivo para quem é mais ateu. Por outro lado, as viagens entre África e Sudão, Sudão e África fazem este filme carecer de consistência atmosférica e criar um clima devidamente tenso como a "biografia" assim o exige.
Em suma, não gostei do filme e só aconselharia pelo facto do sofrimento daquelas crianças realmente merecer o nosso tempo. Fora isso achei o filme bem mau.


Classificação: 2 em 5
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