9.6.12

Journey 2: The Mysterious Island - Crítica

Tal como o primeiro da saga, "Journey to the center of the earth", esta aventura desenrola-se num ambiente fantástico, cheio de brilho, criaturas místicas e recheado de cor mas também esta é mesmo a única coisa que salva o filme. De qualquer forma não acredito que alguém veja um filme deste gênero e espera assistir a uma grande obra cinematográfica, certo? Ainda para mais quando essa aventura engloba fantasia e Dwayne Johnson.
Neste segundo filme, Sean (Josh Hutcherson) recebe um sinal de socorro codificado que ele acredita ser enviado pelo avô que ficou preso na misteriosa ilha do livro de Júlio Verne. O padrasto Hank (Dawyne) embarca nesta aventura com ele numa tentativa de melhorar a sua relação com o enteado. Para chegar a ilha eles contam com a ajuda um piloto de helicóptero podre e a sua filha cheia de convicções. Obviamente o helicóptero cai e eles perdem-se na ilha. Já ai são obrigados a defenderem-se de abelhas gigantes e afins e ao mesmo tempo precisam de encontrar uma saída da ilha que ameaça se afundar no oceano pacífico a qualquer minuto.
A base literária do filme (Júlio Verne) acaba por dar alguma "credibilidade" ao filme e nos faz relembrar a nossa infância, altura em que qualquer coisa era misterioso e motivo de aventura (=D), mas é tão mal explicada que perde toda a consistência que a literatura possa oferecer. A aventura também contribui para o filme ser um forte candidato aos "The Razzies 2012", já que é monótona, previsível e o "Happy Ending" dá o remate final.
O elenco é sofrível e quase todas as falas de Dwayne fazem referência ao seu físico monstruoso e só faltou fazer propaganda a marca de esteróides que ele usa...(ahahahah).
Em suma, o filme até entretém pela estupidez mas naquele nível de domingo a tarde.


Classificação: 1.5 em 5
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